Padronização de acessórios para medida de temperatura

A seguir será apresentada padronização de acessórios para medida de temperatura e as técnicas para medida, segundo o guia de prática clínica: Febre, desenvolvido pelo Conselho Federal de Farmácia e disponível no link (http://www.cff.org.br/userfiles/Profar-vol3-Febre_TELA_pgdupla%20-%20final.pdf)

Recomenda-se que a medida da temperatura ocorra com o menor contato possível entre o profissional e o paciente.

O termômetro ideal na pandemia da Doença pelo Coronavírus é o “Termômetro digital infravermelho sem contato”. Apresentaremos várias opções de vias e de termômetro considerando-se que nem sempre este termômetro estará disponível e que o paciente deve se automonitorar com outros modelos sem risco de contaminação de outros.

A forma mais exata para a mensuração da temperatura corporal consiste na utilização de um termômetro, na escolha das vias de mensuração mais adequadas, de acordo com as particularidades do paciente, do tipo de aparelho disponível e o emprego da técnica correta. Deve-se considerar a idade e a preferência do indivíduo quanto à via de mensuração, bem como a precisão do termômetro (krinsky et al., 2014; porat; dinarello, 2016; ward, 2017a).

Nos últimos anos houve muitos avanços nos tipos de termômetros. Os termômetros de coluna de mercúrio e os digitais são, provavelmente, os acessórios mais utilizados e têm acurácias comparáveis. Contudo, a rdc/Anvisa n.º 145, de 21 de março de 2017, proíbe, a partir de janeiro de 2019, em todo o território nacional, a produção, a importação e o comércio, assim como o uso em serviços de saúde, de termômetros e esfigmomanômetros de coluna de mercúrio (agência nacional de vigilância sanitária, 2017). As medições feitas pelos aparelhos digitais têm menos influências da manipulação do acessório (del bene, 1990), portanto, são mais adequadas para uso não profissional.

Recentes inovações incluem termômetro digital com sensor infravermelho, termômetro digital (tipo chupeta) e adesivos (krinsky et al., 2014).