Vacinação de farmacêuticos é tema de discussão no primeiro dia da Reunião Plenária

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Durante as comunicações de conselheiros federais na Reunião Plenária, hoje pela manhã, foram tema de discussão as negativas pelos municípios de inclusão dos farmacêuticos no grupo prioritário para a vacinação contra a Covid-19, algumas vezes, de farmacêuticos hospitalares. O problema foi relatado pelos conselheiros federais Marco Aurélio Ferreira da Silva (AM), Mônica Meira (AL), Romeu Netto (AC), Carlos André Oeiras Sena (AP) e Altamiro José dos Santos (BA), entre outros.

Os conselheiros relataram que têm sido muito cobrados em relação ao problema e que tem procurado informar a categoria sobre a escassez de doses disponíveis por parte do governo. Forland Oliveira, do DF, lembrou que o secretário de Saúde Osnei Okumoto, que é farmacêutico, tem feito o possível para incluir esses profissionais na imunização. “E tem conseguido”, comentou.

O Conselho Federal de Farmácia tem atuado em diferentes frentes para garantir a vacinação dos farmacêuticos. Conseguiu por parte do Ministério da Saúde a inclusão dos farmacêuticos no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19, que cita expressamente a categoria e os demais integrantes das equipes das farmácias. Para assegurar o cumprimento do plano, o CFF publicou um manifesto pela vacinação de todos e encaminhou ofício aos conselhos regionais de Farmácia pedindo apoio no acompanhamento da vacinação nos estados, considerando as denúncias de que há pessoas furando as filas.

Junto com a Sociedade Brasileira de Farmacêuticos e Farmácias Comunitárias (SBFFC) oficiou os conselhos nacionais de Secretários de Saúde (Conass) e de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), os gestores estaduais e municipais e a Frente Nacional de Prefeitos pedindo o respeito às orientações do Ministério da Saúde para a vacinação. O órgão inclui os farmacêuticos e demais colaboradores das farmácias e drogarias na prioridade para a imunização.

“As farmácias prestam serviços essenciais, e por isso permanecem de portas abertas desde o início da pandemia. Farmacêuticos e demais colaboradores estão expostos a um alto risco de contaminação, pois atendem toda a população, sem exclusão. E da mesma forma que outros ambientes de saúde, as farmácias sofrem com a baixa de funcionários provocada pela Covid-19”, argumentam as entidades.

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